segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Clínica Odonto Arruda em Formosa da Serra Negra oferece novos serviços




A Clínica Odonto Arruda em Formosa da Serra Negra está oferecendo novos serviços na área de odontologia para os seus clientes, usando as mais variadas tecnologia do trato dental e com os melhores profissionais do mercado para oferecer o que há de melhor neste segmento importante da saúde bucal.
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Tendo como titular o jovem odontólogo Dr. Manoel Altino, a Clínica Odonto Arruda está credenciada em Formosa da Serra Negra com convênios privados e públicos na prestação dos serviços de odontologia na região do Alto Grajaú com funcionamento 24 horas para atendimento dos seus clientes.
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A Clínica Odonto Arruda conta com LABORATÓRIO PRÓPRIO de PRÓTESE dentária, com seguintes profissionais capacitados: Dr. Manoel Altino (Cirurgião Dentista Ortodontista), Rômulo Lopes (Protético) e Alyne Arruda (Estudante Técnico em Prótese Dentária).
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Os serviços oferecidos Clínica Odonto Arruda hoje são: PT(prótese total) PPR(Prótese Parcial Removível - com grampos), PPR Flexível(Prótese Parcial Removível), Contenção, Placa Miorrelaxante, placas para Clareamento e outras modernas técnicas do tratamento dentário que irão satisfazer os antigos e novos clientes no caminho da satisfação plena

Clínica Odonto Arruda, satisfação em ver você Feliz!

Liderando todas as pesquisas, Eliziane é nome praticamente certo na disputa pelo Senado


Clodoaldo Correa – A deputada federal Eliziane Gama tem números que impressionam governistas e sarneystas na disputa pelo Senado Federal. E é um poderio eleitoral que não deve ser desprezado.

Na formação da chapa de Flávio Dino, existe um grande paleo pela montagem com nomes mais jovens e a presença de mulher. A única com o perfil é justamente Eliziane, que além de agregar estes fatores, é a mais forte eleitoralmente. Seria um complemente perfeito para a chapa do comunista.

A popular-socialista na recente pesquisa DataIlha aparece liderando com 19% de intenções de voto nos maiores colégios eleitorais do Maranhão. Uma grande distância para o segundo colocado Sarney filho (PV), com 10%.

Entre os governistas, a vantagem de Eliziane é ainda maior. Weverton Rocha, Zé Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão aparecem apenas com 7%.

Nas pesquisas do grupo Sarney, fizeram questão de esconder os números de Eliziane, que fica à frente até de Roseana Sarney para o Senado.

É um capital muito poderoso que o governador não irá desprezar.

domingo, 15 de outubro de 2017

Homenagem aos professores do Maranhão


Billy de Assis: “ser professor é ouvir o outro”

Professor do Cieja Campo Limpo, em São Paulo, tem as famílias dos estudantes como principais parceiros de seu trabalho

“Eu aprendi a enxergar melhor com pessoas que não enxergam. A ouvir melhor com pessoas que não ouvem. A valorizar as minhas ideias com pessoas que sequer entendem o que estou falando. E o mais importante de tudo, aprendi a entender o coração do meu aluno e o meu. O que falta na sociedade é o exercício da empatia”.

Há 10 anos, Severino Batista da Silva, o Billy de Assis, 42 anos, é professor do CIEJA Campo Limpo, unidade que atende jovens e adultos na zona sul de São Paulo. São pelo menos duas horas diárias dedicadas ao atendimento educacional especializado de estudantes com deficiência intelectual na unidade.

Billy sabe da necessidade de ofertar um trabalho pedagógico diferenciado daquele das salas de aula regulares. “Meus alunos têm deficiência sim, mas muitas eficiências que as escolas em geral não veem por ficarem só em torno da leitura, escrita e matemática”.

Suas aulas se pautam na autonomia de cada estudante. “Nós trabalhamos a questão da liberdade, empregabilidade, sexualidade, alimentação saudável, higiene e respeito”, conta.

A percepção, no entanto, nem sempre foi essa. A diversidade chegou a assustá-lo quando teve o primeiro contato com a escola. “Embora eu tivesse gostado da proposta da escola, fiquei perdido de início porque eu tinha a cabeça de um professor de escola regular, não sabia lidar com uma escola que o portão fica aberto, que não faz separação de banheiros, que não tem diário de aula. No começo, eu fiquei arrumando umas desculpas para voltar para a caixinha que eu estava acostumado”.

Mas Billy não desistiu. Teve como primeiro desafio uma turma formada por 15 alunos com Síndrome de Down. “Eu a batizei de turma da alegria”. O trabalho pedagógico ia se construindo de maneira mais lúdica, com o apoio de vídeos, teatro. “Eu via que estava dando certo e que os meninos estavam se apaixonando”, conta.
Billy trabalha pela autonomia de seus estudantes. Créditos: arquivo pessoal/divulgação

Até que surge uma dúvida. Para o professor, era importante saber se aquela proposta tinha continuidade pelas famílias. “Ficava me perguntando, será que esses familiares os incentivam? Porque eu via que eles tinham capacidades e podiam usufruir de algumas liberdades. Mas também sabia que muitas famílias acabavam os superprotegendo”.


Billy então resolveu chamar uma reunião de pais na escola. Ele percebeu que muitas mães ficavam na unidade aguardando o momento de saída dos filhos. Viu aí uma possibilidade de interação com essas famílias. Talvez ainda não imaginasse o rumo que essa história iria tomar.

O Café Terapêutico

A primeira reunião aconteceu em março de 2007. Ainda tímido, o encontro reuniu poucos pais, e um Billy determinado a conhecer melhor a realidade daquelas famílias e a estabelecer uma parceria para que o trabalho pedagógico fosse fortalecido.

“Ao término da primeira reunião, um pai me perguntou quando seria a próxima. A gente nunca mais parou e já vamos completar dez anos em março de 2018”, comemora.

O Café Terapêutico acontece todas as sextas feiras e conta com um grupo de pelo menos 40 participantes. A agenda comum é a inclusão. “Reunimos pais, alunos, pessoas da comunidade e especialistas parceiros da escola para discutir o que podemos fazer por uma sociedade mais inclusiva”, explica.

O Café Terapêutico foi porta de entrada das famílias na escola. Créditos: arquivo pessoal/divulgação
Os resultados, garante, são uma via de mão dupla. “Além da escola conhecer a vida dos estudantes em profundidade, podemos apoiar as famílias a esclarecer algumas questões, por exemplo, os direitos da pessoa com deficiência”, assegura.

Além das famílias serem as grandes parceiras da unidade, o Cieja ainda conta com uma ampla rede de articulação, que tem em média 200 atores. A partir disso, a escola consegue promover palestras, fazer encaminhamentos para a rede de saúde, promover oficinas e eventos de interesse da própria comunidade, como a “balada matinê” que promove aos sábados para os estudantes com deficiência.

Para Billy, todas as ações geram transformação. “Eu costumo dizer que nós não somos formados em nada, mas transformados. A mãe que tem um filho com deficiência não foi formada para isso. Muitos de nós, profissionais, também não. O que eu quero dizer com isso é que não há melhor formação do que a vivência, a prática cotidiana”.

Uma inspiração a mais

O educador atribui sua atuação à também educadora e diretora do Cieja Campo Limpo, Eda Luiz. “Ela é uma inspiração. Foi a pessoa que me fez perceber que ser professor é muito mais do que ficar em uma sala com lousa. É possível extrapolar tendo sempre em mente o bem do outro”, afirma.

Hoje, Billy acredita que é possível fazer uma educação diferente. “Desde que você pare para ouvir a pessoa que você está recebendo, saiba quais são suas necessidades. Nós estamos aqui para ensinar, mas também para aprender com cada uma das pessoas que fazem a escola”.

Carta Educação

sábado, 14 de outubro de 2017

FUNARO: CUNHA RECEBEU R$ 1 MI PARA COMPRAR VOTOS DO GOLPE CONTRA DILMA

247 - A armação do golpe que derrubou a presidente eleita legitimamente Dilma Rousseff da presidência ganhou um capítulo com uma nova revelação neste sábado 14.

De acordo com o operador Lúcio Funaro, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recebeu das mãos dele R$ 1 milhão para "comprar" votos a favor do impeachment.

Em depoimento à Procuradoria Geral da República no dia 23 de agosto, conforme vídeos divulgados pela Folha de S.Paulo, o dinheiro foi entregue após um pedido de Cunha.

"Ele me pergunta se eu tinha disponibilidade de dinheiro, que ele pudesse ter algum recurso disponível pra comprar algum voto ali favorável ao impeachment da Dilma. E eu falei que ele podia contar com até R$ 1 milhão e que eu liquidaria isso para ele em duas semanas no máximo", disse Funaro.

Uma procuradora questiona Funaro, durante o depoimento: "Ele (Cunha) falou expressamente comprar votos?". Funaro respondeu: "Comprar votos".

"Depois de uma semana de aprovado o impeachment, comecei a enviar dinheiro para ele (Cunha) ir pagando os compromissos que ele tinha assumido", acrescentou Funaro, informando ter 'consolidado' o valor total de R$ 1 milhão. O dinheiro foi entregue em Brasília, Rio e São Paulo, disse.

Em nota, Cunha negou as acusações de Funaro e declarou ainda ser uma "absoluta mentira" as referências de Funaro a outros políticos, como Michel Temer.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Em ano de Prova Brasil os sistemas municipais de ensino não podem "brincar" de fazer educação


Por Emerson Araújo

Há um procedimento que não deve ser atrelado à educação, ao fazer educação, diga-se de passagem, em ano de Prova Brasil e outros instrumentos de avaliação dos sistemas educacionais inseridos nas estruturas dos entes federativos, o de "brincar" com a gestão educativa em todas as esferas sob pena de continuar amargando resultados pífios no IDEB, PISA, ANA,  ENEM, etc.

Um sistema de educação deve zelar por princípios básicos de gestão administrativa, financeira, pedagógica para poder funcionar a contento, desprovido das promessas de boas intenções e da incompetência gerencial cotidiana, ele deve motivar todos os agentes envolvidos no universo do seu contexto e postular em curto, médio e longo prazos, pelo menos, o mínimo possível para que o resultado qualitativo possível possa continuar sobrevivendo. O sistema educativo competente, neste mínimo a ser atingido, não pode viver de improvisações cotidianas e nem pode estar sob as responsabilidades não cumpridas de gestão e gestores de toda ordem e isso é fato real.

O esforço deve ser de todos para que se possa mudar o quadro caótico em que a educação brasileira voltou a ser enclausurada nos últimos dias,  a educação municipal perdeu o seu foco principal para interesses obscuros fora dela, prejudicando alunos, famílias e profissionais dedicados entregues a própria sorte ou a nenhuma sorte.

"Brincar" de gerir/fazer educação neste ano dentro de um  contexto pavoroso é, antes de tudo, não pensar em centenas de jovens que almejam uma vida diferente do que é posta, é quebrar de maneira violenta com o princípio-mor das ações educativas em todos níveis de ensino compilado na Constituição, LDB, ECA e outros instrumentos legais rumo à cidadania, diga-se de passagem.

Por Fim, urge, também, uma mudança concreta e premente por parte de alunos, famílias e profissionais do ensino diante deste caos na educação brasileira sob pena de se continuar "brincando" de forma maldosa sobre os destinos das pessoas, sobre os objetivos mais nobres da cidadania e da sobrevivência financeira e social da maioria de todos.  Não dá mais pra ficar omisso diante do descalabro na/da educação.

Emerson Araújo é professor e jornalista.